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Nicola e o Visconde - Resenha de Leitura

28 de mai.
2 min de leitura

Autora: Meg Cabot

Editora: Galera Record


No início, somos apresentados a Nicola Sparks, uma garota órfã da alta sociedade em 1810. Nicola vive com sua melhor amiga Eleanor Sheridan e sua família. Com apenas 16 anos, Nicola já se encontra perdidamente apaixonada pelo futuro visconde Sebastian e sua vida muda completamente quando, naquele mesmo ano, Nicola opta por sair da casa dos Sheridan para morar com a família de seu “deus”, os Bartholomew, e promete a si mesma que fará o lorde Sebastian se apaixonar por ela. No entanto, algo muda na metade do caminho e Nicola se vê novamente perdida.


Essa história, pelo menos no começo, admito que foi bem difícil de acompanhar, principalmente, pela linguagem formal dela. No entanto, é um livro bem legalzinho de se ler. Confesso que já pensei em desistir dele e senti durante um bom tempo que a leitura simplesmente não evoluía, acho que isso é bem normal de todo leitor, mas decidi dar uma chance a história e ver no que dava. Foi uma das melhores decisões que já tomei.


Nicola sempre se mostrou uma garota forte e, ao mesmo tempo, meiga e sensível. Ela tem um temperamento bem vivo e é decidida em relação ao que quer. Isso foi uma das coisas mais marcantes nela. Em uma sociedade onde homens tem a maior parte do poder e direitos, Nicola é uma das poucas damas que defende com unhas e dentes seus próprios ideais, doa a quem doer, e isso fica cada vez mais claro à medida que você acompanha o desenrolar da trama.


Uma das coisas que mais me fez gostar desse livro foi o final dele (que não pretendo dar nenhum spoiler ou informação além do que é realmente necessário), isso porque ele fugiu completamente do que estava esperando. O final desse livro mostrou uma força feminina que eu jamais imaginei pra essa personagem, além de mostrar também a sensibilidade e o sentimentalismo real de certos homens na história e o dela própria. Nicola me faz lembrar realmente que mulheres são como rosas, belas de se apreciar, mas também cheias de espinhos. Foi uma leitura muito gratificante quando se termina, apesar de eu ter odiado no começo ler tantas vezes a palavra “deus”, mas isso também só foi mais uma coisa que fez a protagonista evoluir. Recomendo MT.


4 ⭐

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